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 Setor de eventos faz campanha de doações em Minas Gerais 

Em meio a crise e com milhões sem renda, setor de eventos faz campanha de doações em Minas Gerais. A estimativa da Associação Mineira de Eventos e Entretenimento é que três milhões de profissionais estejam sem trabalho e renda durante essa pandemia. A campanha arrecada alimentos e kits de higiene para distribuir entre estes profissionais. 

Sabe aquele show ou espetáculo inesquecível que marcou sua vida? Cada detalhe da iluminação, do cenário e do som envolve o trabalho de milhares de profissionais, que, por causa do novo coronavírus, perderam a fonte de renda. Para ajudar estas pessoas, a Associação Mineira de Eventos e Entretenimento (Amee) lançou, nas redes sociais, a campanha “Ame ao próximo”.

A AMEE, que tem cerca de 1250 associados em Minas Gerais, estima que cerca de 3 milhões de trabalhadores perderam a renda desde que os eventos foram suspensos por causa da Covid-19 e da determinação de isolamento social. 60% dos trabalhadores do setor não têm carteira de trabalho assinada e recebem por evento em que atuam.

“Os artistas maiores estão fazendo lives. Mas a grande maioria do setor não tem como se reinventar. É o pessoal que cuida do som, que faz limpeza, montagem de palco”, falou o presidente da associação, Rodrigo Marques.

“Ninguém teve tempo para se preparar. O setor foi um dos primeiros a parar e será o último a retornar. Mas aglomeração é o que não devemos fazer, nem reivindicar”, disse Rodrigo. A Associação não tem levantamento estimado do número de eventos cancelados e do valor do prejuízo, porque ainda não existe uma previsão do fim do isolamento social.

A Amee chegou a enviar cartas aos governos estadual, no dia 26 de março, e municipal, no dia 1º de abril, pedindo, entre outras medidas, a criação de linha de crédito para aqueles que tiveram precisou suspender a atividade em função da pandemia (veja as reivindicações abaixo).

 

Campanha de doação

 

Sem o retorno do poder público, a AMEE iniciou, a partir desta semana, a campanha para arrecadação de alimentos e kits de higiene, para garantir a sobrevivência dos profissionais que atuam na montagem e realização de eventos e ainda não têm condições de voltar a trabalhar. Segundo Rodrigo Marques, a logística de arrecadação e distribuição das doações ficará por conta da Associação, para evitar aglomeração. As informações estão nas redes sociais da AMEE.

 

Reivindicações ao governo do estado

 

  • Lei Estadual de Incentivo à Cultura: Exclusão da contrapartida para o próximo ano, celeridade nas análises e aprovação de novos projetos, celeridade nos processos pendentes com o objetivo de promover uma força tarefa, tendo em vista que estamos impedidos de exercer nossas atividades. 
  • Criar uma linha de crédito que seja reparadora para setor que teve sua atividade suspensa por causa da pandemia. 
  • Suspensão da taxa de análise e vistoria do Corpo de Bombeiros durante 12 meses.

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