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Congresso O2O Innovation Experience reúne cerca de 750 lideranças da Economia Digital

Congresso O2O Innovation Experience reúne cerca de 750 lideranças da Economia Digital

05.12.2019

Mais de 90 especialistas realizaram apresentações de conteúdo denso com objetivo de fomentar negócios, gerar iniciativas e trabalhar em conjunto por melhorias no setor.

O Congresso O2O Innovation Experience, realizado na terça-feira (12/11), no Villa Blue Tree, em São Paulo, representou um marco no processo de maturação do segmento no Brasil. O evento reuniu especialistas das empresas mais relevantes do setor, como Cabify, OLX, Peixe Urbano / Groupon, Waze Carpool, Mercado Livre, Loggi, Zoom, Gympass, iFood e muitas outras para compartilhar experiências e debater necessidades em comum.

Por outro lado, autoridades como Henrique Meirelles, secretário de Estado da Fazenda e Planejamento de São Paulo, e Geanluca Lorenzon, diretor de desburocratização do Ministério da Economia, falaram sobre as adaptações tão necessárias para que as empresas O2O possam se desenvolver e encaixar-se da melhor maneira na economia brasileira.

“Hoje, estamos cada vez mais conectados. Os smartphones viraram itens indispensáveis no nosso dia a dia e quem investe pesado em tecnologia tem um terreno fértil de negócios para explorar. É preciso fomentar debates em torno deste novo cenário econômico”, diz Vitor Magnani, presidente da Associação Brasileira Online to Offline – ABO2O. Para ele, é fundamental discutir aspectos deste setor jovem, no qual a maioria das empresas ainda não completou dez anos de existência. “Há muitos assuntos para falar, o que fez deste congresso uma excelente oportunidade”, explica o executivo.

Para Henrique Meirelles, que realizou a abertura dos três palcos simultâneos montados para o evento, o país precisa realizar reformas estruturais voltadas a produtividade. “Antigamente, uma empresa levava 126 dias apenas para ser registrada. Hoje, é possível fazer isso no cartório em apenas um dia. Precisamos que os especialistas em economia digital, ajudem a melhorar a vida das pessoas com modernização ”, afirmou ele.

A plateia, composta por cerca de 750 pessoas, entre executivos, especialistas e autoridades do setor, teve oportunidade de assistir também a importantes lideranças financeiras, como Mardilson Queiroz, consultor do Departamento de Regulação do Banco Central, e Zeina Latif, economista-chefe da XP, que destacou a necessidade de ajustes fiscais para que o setor possa avançar. “Estamos na direção correta. Sabemos que a agenda não é fácil, sobretudo porque o Brasil é um país complexo, onde sempre há grupos organizados que são afetados diretamente por novas regras. Precisamos de paciência para colher os feitos devagar”, afirmou Zeina.

Temas de relevância que impactam a integração dos mundos online e offline foram tratados com profundidade: transformação digital, novas tecnologias, investimento, internacionalização, economia, customer experience, multicanalidade, privacidade de dados, LGPD, reforma tributária, futuro do trabalho, sustentabilidade, inclusão social e diversidade, mobilidade, cidades inteligentes, crescimentos exponenciais, plataformas digitais, marketplaces, inovação em serviços financeiros e regulação.

“O Congresso comprovou sua relevância e autoridade por meio dos resultados conquistados. Em sua primeira edição, superou as expectativas de público, reunindo cerca de uma centena de palestrantes e engajando mais de 50 empresas, entre patrocinadores e apoiadores. Sem dúvida, foi um marco para o mercado nacional, que pôde debater com propriedade a essência e os desafios da digitalização – o que não somente envolve novas tecnologias, mas principalmente também aspectos culturais, sociais e comportamentais”, diz Marcos Carvalho, head de parcerias e projetos da ABO2O.

Além de fomentar negócios, Carvalho enfatiza o grande esforço para manter um diálogo contínuo entre governo, setor privado, universidades, ONGs e sociedade civil. Ele complementa: “Somente com integração de todos os agentes da transformação, que impactam e são impactados, podemos garantir um ambiente saudável, inovador e inclusivo, com foco na solução de problemáticas que não foram possíveis de resolver por vias tradicionais”.

“Nosso objetivo é trabalhar para aumentar o número de empresas que atuem integradas no setor online e offline. Não basta termos algumas empresas atuantes. Desejamos transformar este número em centenas, e até mesmo em milhares porque é assim que se vamos consolidar a digitalização da economia. A busca por facilidade é a mola propulsora para que os negócios 100% offline passem a trabalhar com a possibilidade online”, finaliza Magnani.


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